Adoro livros velhos


Quem há de dizer que não é uma alegria imensa encontrar uma edição de 1966 dos escritos de Manuel Bandeira com organização de Carlos Drummond de Andrade? E, de quebra, levar Cem Sonetos de Amor de Pablo Neruda?
Seria ainda mais feliz se encontrasse aquele livro do Neruda em que ele conta de suas viagens. Não lembro o nome, mas a descrição dos elefantes tomando banho de mar ao amanhecer nunca saiu da minha cabeça e eu sonho em ler isso de novo, gravar, colocar num quadro, dar um jeito de nunca esquecer. E aconteceu de verdade. Ele viu! São privilegiados os poetas.
Livros são o meu bálsamo.

2 comentários sobre “Adoro livros velhos

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