Elis, Cyro, Elizeth e o que se leva dessa vida.

Num poema da antiguidade clássica se diz que o homem é o sonho de uma sombra, mas que se os deuses lançam sobre ele a sua luz, claro esplendor o envolve e doce então é a vida. Mais ou menos a mesma coisa que disse o paulista de Batatais, Pedro Caetano, em ” O que se leva dessa vida” gravada em 1946 pelo fabuloso Cyro Monteiro. Para celebrar um dia leve procurei esse samba pra tocar. Achei Cyro e Elizeth cantando juntos ” Tem Que Rebolar”, um clássico da brejeirice mulata.

E um outro samba muito bom de Pedro Caetano imortalizado nesse arranjo de César Camargo Mariano para Elis Regina.

Nosso grito de Carnaval tem um acento jazzy pra dançar até cair no chão de felicidade. Porque o que se leva dessa vida é o que se come, o que se bebe e o que se brinca!
“Efêmeros, que somos, que não somos…”

3 comentários sobre “Elis, Cyro, Elizeth e o que se leva dessa vida.

  1. Aqui o poema que deu origem ao post, o autor é Pindaro.

    A sorte dos mortais
    cresce num só momento;
    e um só momento basta
    para a lançar por terra,
    quando o cruel destino
    a venha sacudir.

    Efêmeros! que somos?
    que não somos? O homem
    é o sonho de uma sombra.
    Mas quando os deuses lançam
    sobre ele a luz,
    claro esplendor o envolve
    e doce é então a vida.

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