Essa é pra tocar no rádio? Gil e Jorge no Ouvido Absoluto.

Minha coluna desse sábado no Estadão, caderno C2+ Musica, usa o título da música de Gilberto Gil como motivo de reflexão. A canção foi escrita em 73 e gravada por ele duas vezes em 75: no Refazenda e depois naquele histórico lp Gil e Jorge numa versão de quase 7 minutos que eu adoro tocar no rádio só pra provocar. São raras as gravaçōes desse tamanho que entram nos play lists tradicionais. O disco todo é improvável. Taj Mahal, Nega, Filhos de Gandhi, temas especiais para o suingue do encontro dos violōes de Gil e Benjor, improvisos, levadas incríveis e liberdade total. Esse lp histórico nunca toca no rádio, mas é cult no mundo todo. Aqui, uma dessas deliciosas viagens…

Pra ler a coluna do Ouvido Absoluto na íntegra, clique aqui.

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